segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Semana Mundial da Amamentação 2017 - Oportunidade para ação conjunta

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SMAM “Proteger a amamentação: construindo alianças sem conflitos de interesses”.

Semana Mundial de Aleitamento Materno
De 1 a 7 de agosto ocorre, em 150 países, entre eles o Brasil, a Semana Mundial de Aleitamento Materno. Esta comemoração faz parte de uma história mundial voltada para sobrevivência, proteção e desenvolvimento da criança, devido a grande preocupação com a mortalidade infantil.
No Brasil, desde 1999, o Ministério da Saúde coordena a Semana Mundial de Aleitamento Materno. A cada ano esta comemoração tem um tema definido que pode ser adaptado a cada país a fim de que sejam obtidos mais e melhores resultados.  Materiais são preparados e distribuídos para que o tema seja divulgado.
Este ano o tema aqui no Brasil é: Trabalhando juntos pela amamentação, sem conflitos de interesse.

Benefícios do Aleitamento Materno
O aleitamento materno exclusivo, ou seja, sem outras fontes de líquidos ou sólidos, contém todos os nutrientes essenciais para o crescimento e o desenvolvimento da criança até os seis meses de vida.  E como complemento, ele continua sendo uma importante fonte de nutrientes até o segundo ano de vida ou mais.
Iniciar alimentos complementares antes de seis meses de idade não é recomendado, pois pode causar prejuízos à saúde da criança e da mãe.
O leite materno pode melhorar a resistência da criança e evitar infecções respiratórias, reduzir riscos de alergias e doenças crônicas não transmissíveis como hipertensão, obesidade e dislipidemia. Além disso, há evidencias científicas que comprovam a contribuição no melhor desenvolvimento cognitivo e emocional da criança.

É preciso unir forças
Em todo o mundo, apenas 38% das crianças são amamentadas exclusivamente conforme as recomendações de entidades como a Organização Mundial da Saúde, Ministério da Saúde e outras, que é o aleitamento materno exclusivo e em livre demanda até o sexto mês de vida. Há uma meta global a ser atingida até 2025, que é de pelo menos 50% dos lactentes receberem o aleitamento materno. Porém, para que isso aconteça são necessários esforços de mulheres, homens, sociedade e todos que possam contribuir.

Garantir o direito à amamentação é responsabilidade de todos!
Objetivos da SMAM 2017.
  1. Buscar o apoio dos governos e diversos setores da sociedade para promover, proteger e apoiar a amamentação.
  2. Construir alianças sem conflitos de interesses para fortalecer as políticas e programas de aleitamento materno e alimentação infantil.
  3. Mobilizar e desenvolver ações para a promoção, proteção e apoio à amamentação e práticas adequadas de alimentação infantil.
Em 2017 celebra-se o 25º aniversário da Semana Mundial de Aleitamento Materno (SMAM) que busca desencadear ações conjuntas em prol da amamentação. A proteção, promoção e apoio da amamentação são os três pilares fundamentais para aumentar e consolidar as taxas de aleitamento materno, tanto em países em desenvolvimento como em países desenvolvidos. A SMAM é o momento mais importante no ano para a promoção da amamentação em todos os meios de comunicação que tenhamos acesso.
A questão desse ano se relaciona com a criação de alianças necessárias para alcançar o Objetivo 17 dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável: fortalecer os meios de execução e revitalizar a Aliança Mundial para o Desenvolvimento sustentável.
É importante esclarecer que algumas alianças não são positivas e nem alcançaram os resultados esperados, como é o caso das grandes corporações de alimentos infantis que ainda influenciam a elaboração de políticas públicas à nível global e também a nível nacional.
Por isso é importante ressaltar que toda parceria deve priorizar o fortalecimento da ação conjunta com os governos para que cumpram sua missão maior que é defender o direito das mulheres amamentarem seus filhos com políticas e programas bem estruturados, eficientes e adequadamente financiados e avaliados.
E da mesma forma, toda aliança deve envolver a sociedade civil, os movimentos sociais, instituições, ONGs, ativistas, universidades, especialistas que lutam pelos direitos sócias, reprodutivos e humanos.
A Semana Mundial da Amamentação 2017, é um evento mundial que acontece em mais de 150 países do mundo  de  1º a 7 de Agosto. 
Amamentar é um ato de amor! O apoio a causa da amamentação vale ouro!
Fonte: IBFAN Brasil.


segunda-feira, 10 de julho de 2017

A saúde do RN em crise aguda.

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Há muito tempo os hospitais do RN vem funcionando de forma inadequada, sem condições em todos os aspectos para atender e prestar uma assistência qualificada e humanizada a população. Isso é fato, comprovado pelo depoimento da população que precisa dos serviços hospitalares do SUS no estado do RN.
Diariamente nos deparamos com situações de desespero dos profissionais nos hospitais, por não poder atender em alguns casos de urgência ou emergência, como orienta o protocolo, por falta de equipamentos, dos mais complexos aos mais simples.
Na rede de hospitais no Estado do RN, falta recursos humanos em todos os setores, o que sobrecarrega os profissionais que estão na ativa e muitos deles aguardando completar o tempo de serviço ou a licença para em seguida se aposentar. 
Todos sabem que os profissionais não tem mais um cronograma definido para receberem seus salários, e com essa indefinição gera um transtorno muito grande em todos os aspectos da vida do trabalhador.
Tudo isso relatado a cima é consequência do descumprimento dos acordos firmados com o governo  através do secretaria de saúde do estado do RN, para melhoria do cenário da saúde, no entanto como os pontos não foram cumpridos, o governo assinou o Termo de Ajustamento de Conduta - TAC, com o objetivo de adequar os hospitais regionais dentro dos padrões exigidos pelo Ministério da Saúde para funcionamento ou transformar em Unidades de Pronto Atendimento - UPAS. 
Quando falamos em greve não estamos afrontando nem desacatando autoridades, estamos sim, defendendo o DIREITO de ter uma assistência a saúde de qualidade, igualitária e equânime, como também, condições dignas de trabalho.
Saúde é direito de todos e um dever do Estado. Estamos na luta por hospitais regionais abertos no RN.

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Sobre focar a gratidão...

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Lê-se muito atualmente sobre pesquisas que mostram que praticar a gratidão — ser grato, deliberadamente, pelas coisas boas da sua vida — trás todos os tipos de benefícios para a felicidade e o bem-estar. Esses artigos geralmente terminam com uma convocação para se começar um diário de agradecimentos para colher todos os benefícios da gratidão.
Não há nada de errado com isso. Mas devemos pensar em outra finalidade da gratidão, sem dúvida ainda mais importante: fortalecer nossas relações com as pessoas das quais dependemos.
Historicamente, a maioria das pesquisas tem sido centrada sobre a função social da gratidão, não seu impacto sobre nossos cérebros. Esse conjunto de pesquisas descobriu que – explicando de forma bem direta –  expressar gratidão a alguém que o ajuda mantém a pessoa interessada em você e faz com que ela invista no relacionamento a longo prazo. E faz com que o tempo que ela gastou, seu esforço, e as dificuldades, pareçam ter valido a pena.
Da mesma forma, não há nada como a ingratidão para azedar um relacionamento que, do contrário, seria positivo. Não é difícil para a maioria de nós recordar um momento em que nos chocamos com quão ingrato e descuidado alguém foi em resposta a nossa generosidade. (Se você é pai ou mãe, basta, provavelmente, se lembrar do café da manhã de hoje.) Sem algum tipo de reconhecimento, as pessoas deixam muito rapidamente de querer ajudá-lo. De fato, em estudos realizados por Adam Grant e Francesca Gino, quando alguém não era agradecido por sua ajuda, sua probabilidade futura de ajudar as pessoas era imediatamente cortada pela metade.
Gratidão é uma cola que une você e seu benfeitor, permitindo que você procure a mesma fonte diversas vezes, mas sabendo que o apoio não secará.
Pelo menos, a gratidão pode ser essa cola se você agir corretamente. Uma pesquisa recente sugere que as pessoas costumam cometer um erro crucial quando expressam gratidão: elas se concentram em como elas se sentem — quão felizes elas estão, quão benéfica foi a ajuda — em vez de focar o benfeitor
Os pesquisadores Sara Algoe, Laura Kurtz, e Nicole Hilaire, da University of North Carolina, distinguem entre duas formas de expressar a gratidão: elogiar outro, o que reconhece e valida as ações de quem ajuda, e o benefício próprio, que descreve os benefícios para o receptor por ter sido ajudado. Em um de seus estudos, os casais foram observados ao expressar gratidão um ao outro por algo que seu parceiro tinha feito recentemente para eles. Suas expressões foram então classificadas pelo grau em que elas representavam um elogio ao outro ou eram focadas no benefício próprio. Exemplos de suas expressões incluem:
Elogio ao outro
Isso mostra como você é responsável …
Você realmente se esforçou para ajudar…
Eu acho que você é realmente bom em …
Benefício próprio
Isso permitiu que eu relaxasse…
Isso me deu a possibilidade de barganhar no trabalho …
Isso me faz feliz…
Finalmente, os benfeitores classificaram o quão felizes eles se sentiram, o quão amorosos eles se sentiram em relação ao seu parceiro, e quão grata estava, na sua percepção, a pessoa que expressava a gratidão. Os pesquisadores descobriram que a gratidão na forma de elogio ao outro estava fortemente relacionada com a percepção de receptividade, emoção positiva, e carinho — mas a gratidão focada no benefício próprio não.
Vale a pena parar para pensar sobre isso porque a maioria das pessoas entende a gratidão de forma completamente errada. Por natureza, os seres humanos são, com frequência, um pouco egocêntricos. Temos uma tendência a falar de nós mesmos, mesmo quando deveríamos estar pensando e falando sobre os outros. Então, naturalmente, quando recebemos ajuda e apoio de alta qualidade, queremos falar sobre como isso nos fez sentir. Na realidade, assumimos que é isso o que a pessoa que ajudou quer ouvir — ela estava ajudando para nos fazer feliz, então ela deve querer ouvir sobre o quanto estamos felizes.
Mas esta suposição não é lá muito correta. Sim, a pessoa que ajuda quer que você seja feliz, mas a motivação para ser útil, muitas vezes, está diretamente ligada ao nosso próprio senso de autoestima. Nós ajudamos porque queremos ser boas pessoas, para viver de acordo com nossos objetivos e valores, e, temos de admitir, para sermos admirado.
Lembre-se disso da próxima vez que receber apoio de um colega ou amigo. A pessoa que ajuda quer ver a si mesma de forma positiva e sentir-se compreendida e cuidada — o que é difícil quando você não para de falar sobre si mesmo.
Finalmente, os benfeitores classificaram o quão felizes eles se sentiram, o quão amorosos eles se sentiram em relação ao seu parceiro, e quão grata estava, na sua percepção, a pessoa que expressava a gratidão. Os pesquisadores descobriram que a gratidão na forma de elogio ao outro estava fortemente relacionada com a percepção de receptividade, emoção positiva, e carinho — mas a gratidão focada no benefício próprio não.
Vale a pena parar para pensar sobre isso porque a maioria das pessoas entende a gratidão de forma completamente errada. Por natureza, os seres humanos são, com frequência, um pouco egocêntricos. Temos uma tendência a falar de nós mesmos, mesmo quando deveríamos estar pensando e falando sobre os outros. Então, naturalmente, quando recebemos ajuda e apoio de alta qualidade, queremos falar sobre como isso nos fez sentir. Na realidade, assumimos que é isso o que a pessoa que ajudou quer ouvir — ela estava ajudando para nos fazer feliz, então ela deve querer ouvir sobre o quanto estamos felizes.
Mas esta suposição não é lá muito correta. Sim, a pessoa que ajuda quer que você seja feliz, mas a motivação para ser útil, muitas vezes, está diretamente ligada ao nosso próprio senso de autoestima. Nós ajudamos porque queremos ser boas pessoas, para viver de acordo com nossos objetivos e valores, e, temos de admitir, para sermos admirado.
Lembre-se disso da próxima vez que receber apoio de um colega ou amigo. A pessoa que ajuda quer ver a si mesma de forma positiva e sentir-se compreendida e cuidada — o que é difícil quando você não para de falar sobre si mesmo.

Heidi Grant Halvorson, Ph.D., é diretora associada do Centro de Ciência da Motivação na Columbia University Business School e autora do best-seller Nove atitudes das pessoas bem-sucedidas (Editora Sextante). Seu livro mais recente é No one understands you and what to do about it Harvard Business Review Press, 2015), que tem sido destaque na mídia nacional e internacional.

8 alimentos que ajudam a controlar o ácido úrico

Retiradas dos frutos maduros, as sementes de abóbora são benéficas para quem sofre com ácido úrico
Muitos alimentos fazem mal para quem tem ácido úrico elevado, como frutos do mar, peixes gordos e embutidos; veja 8 itens que ajudam a eliminar o problema
Algumas pessoas sofrem com o excesso de ácido úrico no organismo. Quando os níveis não estão equilibrados, seja por causa de algum problema de saúde ou por medicamentos, pode acontecer infarto, AVC, cálculo renal ou gota, que nada mais é do que o ácido acumulado nas articulações e calcificado no local. Essa calcificação causa  dor e, em muitos casos, é necessário fazer cirurgia, já que os movimentos das articulações ficam restritos. Quem tem predisposição a ter ácido úrico alto precisa tomar cuidado com alguns alimentos e também inserir bons itens na dieta.
Segundo a nutricionista Karla Vilaça, da Nutrenza Assessoria Nutricional, embutidos, como salsicha e presunto, bebidas alcóolicas, caldo de carne, frutos do mar, alguns peixes gordos, como o bacalhau e o salmão, além de tomate, aspargos, cogumelos, ervilha e couve-flor devem ser evitados. Esses alimentos podem aumentar a retenção de ácidos no corpo.
Beber bastante água ajuda a eliminar o ácido úrico do organismo, segundo a nutricionista. “O que pode acontecer é o organismo produzir mais ácido úrico por causa de algum problema – que deve ser investigado por um médico –, mas também a pessoa estar eliminando menos pela urina, por não beber tanta água”, recomenda.
Em linhas gerais, o que se recomenda é uma alimentação equilibrada, com restrição de bebidas alcoólicas e sem proteínas em excesso. Alguns alimentos são especialmente ricos em purinas ( veja a galeria ), como alguns peixes e frutos do mar, miúdos, algumas aves e determinados tipos de carne, que devem ser evitados por quem apresentar elevação nos níveis de ácido úrico no sangue.
Alimentos com teor de purinas moderado, como leguminosas, carnes, peixes e algumas verduras, só não devem ser ingeridos na fase aguda de crise de gota ( veja a galeria ). Já os com baixo teor de purinas são permitidos ( veja a galeria ). O consumo de mais de dois litros de água por dia é extremamente recomendado, pois contribui para uma maior excreção do ácido úrico.

Fonte: Saúde - iG 

quarta-feira, 5 de julho de 2017

A poesia em foco



SOU LUA...
SOU O BRILHO QUE ENCANTA OLHARES.
NA DISTANTE GALAXIA A REINAR...
SE É SORTE OU SINA? NÃO SEI.
SÓ SEI QUE SOU NO INFINITO...
UMA LUZ QUE VIVE A BRILHAR.
SOU LUA...SOU LUNÁTICA...
SOU LUZ NA IMENSIDÃO...
VELOZ É O MEU CAMINHAR,
E A MÃE TERRA A ILUMINAR!
ESTAREI SEMPRE A BRILHAR
NA MINHA MISSÃO LUNAR...
E SEMPRE, SEMPRE LUMINOSA...
ESTAREI A TE ESPERAR.
E O MEU SONHO SERÁ REALIDADE,
QUANDO EM TEUS BRAÇOS ACORDAR,
E O TEU SORRISO A ILUMINAR.
NAS NOITES EM QUE TE ENCANTAR.
SOU LUA! SOU LUNÁTICA...
SOU A LUA A TE AMAR!

Definido o tema da Semana Mundial de Amamentação 2017

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"Trabalhar juntos para o bem comum”. Esse será o tema da Semana Mundial do Aleitamento Materno de 2017, prevista para acontecer nos primeiros dias de agosto e que, desde há 10 anos, tem contado com a parceria da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Com isso, a entidade tem colaborado com o Ministério da Saúde na promoção de atividades que marquem a data em nível nacional.
 Para a dra. Amal Omer-Salim, codiretora-executiva da Aliança Mundial para as Ações de Aleitamento Materno (Waba), as atividades da Semana do Aleitamento Materno, em nível global, mostram a importância da sociedade, em especial dos médicos e outros profissionais da saúde, de “trabalhar juntos para identificar o que funciona e superar os desafios comuns na promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno”.
 A Semana Mundial do Aleitamento Materno vem sendo comemorada desde 1992. A cada edição, uma temática relevante é selecionada para servir de mote para as diferentes atividades desenvolvidas no período. A importância do aleitamento materno exclusivo; a existência dos hospitais Amigo da Criança; o apoio ao aleitamento materno; o aleitamento materno para a mulher trabalhadora; a amamentação no contexto dos objetivos de desenvolvimento sustentáveis; integram a lista de assuntos já abordados.
Fonte: SBP.

A qualidade de vida e o esgotamento profissional

De repente, nos deparamos com: um cansaço que não passa depois de uma noite de sono, com alterações no humor que variam entre uma tristeza profunda, irritação, agitação e atitudes que usualmente não fazem parte da pessoa.
Entre outros sintomas, há uma falta de sentido na vida. É a Síndrome de Burnout, ou Síndrome do Esgotamento Profissional e que confunde-se com uma diversidade de quadros emocionais. Burn quer dizer queima e out exterior. Podemos fazer a correlação com um pavio que se queima até esgotar completamente.
Resultado de acúmulo de tarefas, excesso de cobranças e de atividades, uma boa dose de perfeccionismo e a falta de outras atividades que gerem prazer, o estresse no ambiente profissional é uma realidade presente em quase todas as profissões e mercados.
Duas situações são observadas nas pessoas que passam por isso: o absenteísmo, ou seja, a ausência no trabalho para realização de tratamento médico, exames, psicoterapia, entre outros; e o presenteísmo, ou seja, a pessoa que está no trabalho, mas com uma redução drástica em sua produtividade e numa situação de “mente distante” da realidade onde está.
Estudos realizados pela Universidade de São Paulo, no Instituto de Psiquiatria, revelaram que contribuem para o quadro de esgotamento: a necessidade de controle das situações, a falta de paciência e a dificuldade para tolerar frustrações ou delegar tarefas, e o trabalho em grupo. Sentimento de injustiça, falta de participação nas decisões e de apoio, e conflitos com colegas podem agravar o quadro.
Rever as situações profissionais e como elas são encaradas, é um passo bastante importante. Todavia, o diagnóstico deve ser feito por um médico, com a avaliação do estilo de vida da pessoa, de sua profissão e da forma como ela lida com suas emoções.
Os sintomas característicos desse problema estão relacionados ao cansaço, aos distúrbios do sono, às dores na musculatura e também de cabeça, à alteração do apetite, à dificuldade para iniciar uma atividade e às alterações constantes no humor. A produtividade de uma pessoa que passa por essa situação cai de forma perceptível. Há ainda a tendência ao isolamento social.
As alterações hormonais provocadas pela irritação, podem produzir efeitos em todo nosso organismo, desde a pressão arterial, diabetes, doenças do coração, dentre outras. Ou seja, trata-se de um quadro que requer observação, pois pode comprometer muito o bem-estar.
É comum associar esse quadro à depressão, por isso o diagnóstico é essencial, para reconhecer o que, de fato, está acontecendo com a pessoa. Nem sempre, por exemplo, as férias poderão aliviar tal quadro, pois a melhora virá de mudanças em todo contexto profissional.
E como evitar esse esgotamento?
– Tenha outras fontes de satisfação além do trabalho: descubra gostos, hábitos, animais de estimação, um encontro com amigos, sair (para um lugar que não seja um shopping, por exemplo, onde os estímulos são excessivos e a pressão por compras é grande).
– Avalie como tem conduzido seu dia de trabalho: O que lhe atrai no emprego atual ? Vê possibilidade de mudança ? Se pensa em mudar de empresa, organize esta transição, preparando seu currículo e avaliando as possibilidades.
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- Como é sua visão sobre as situações ? Por vezes, valorizamos apenas os aspectos negativos de uma situação. Treine também a visão sobre o que você tem vivido de bom.
– Tenha regularidade nos horários: alimentação, sono, trabalho, lazer. A falta de rotina para necessidades básicas faz com que nosso corpo entre em crise. Reveja sua rotina diária.
É muito importante observar os sinais do seu corpo, e, sempre que possível, receber orientação médica para sintomas que podem estar associados a problemas cardiológicos, endocrinológicos entre outros.
– Atividade física, por mais simples que seja, auxilia muito a combater os estados de cansaço, auxiliam no metabolismo e na circulação.
– Conte com amigos, com a família, com a prática de espiritualidade, pois todos esses apoios são essenciais.
Nossa saúde emocional e física é essencial para que nossa atividade profissional e demais áreas da vida possam ser realizadas com sucesso. Portanto, rever nossos hábitos, nossa forma de conduzir a vida e nossos relacionamentos é essencial para uma vida saudável.
Elaine Ribeiro é psicóloga clínica e organizacional da Fundação João Paulo II / Canção Nova. www.elaineribeiropsicologia.com.br